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sexta-feira, 30 de maio de 2014

#82 - ELEGIA. ANDANTE, NON TROPPO* (Béla Bartók), Eugene Ormandy / Jesús Amigo

II andamento do Concerto para Orquestra (1943) de Béla Bartók. Eugene Ormandy com a Orquestra de Filadélfia (1964). Para o fim dos tempos.
Em baixo:
A Orquesta de Extremadura, dirigida por Jesús Amigo 
(a captação de imagem é miseranda)



domingo, 26 de janeiro de 2014

#50 INTRODUZIONE*, do Concerto para Orquestra de Bartók, Ion Marin

O Concerto para Orquestra (1943) é uma das minhas peças preferidas, de todos os tempos e em todos os géneros. Para além da intensa melancolia e da grande tensão que conjuga, como um estado de prostração com súbitos espasmos nervosos, nunca posso esquecer que Béla Bartók estava no seu exílio norte-americano, com a saúde em baixo (morreria não muito depois) e a Europa em guerra. Este primeiro andamento resume tudo isso

sábado, 16 de março de 2013

#25 MODERATO do Concerto para Violeta de Béla Bartók -- Jaroslav Karlóvský, Luca Ranieiri -- Béla Bartók

Concerto póstumo e inacabado, finalizado pelo discípulo de Béla Bartók, Tibor Serly, tal como o Concerto para piano #3. Pertencem ao período americano do enorme compositor húngaro, tal como o inolvidável Concerto para Orquestra, cuja vigor também aqui se reconhece. A um tempo melancólico e fogoso, não parece ter saído do génio de alguém que, desenraizado e muito doente, estaria certamente em profundo abatimento.
Em baixo, Jaroslav Karlovský com a Orquestra Filarmónica Checa, dirigida por Karel Ancerl.
A seguir, os primeiros 9'57'' por Luca Ranieri com a Orquestra Sinfónica da RAI, dirigida pelo arménio George Pehlivanian, que já tive a sorte de ver e ouvir.