domingo, 31 de maio de 2015

Jukebox: «Keep Enough»


#219 - CONTEMPORARY ACHE, Modest Midget

A banda holandesa do argentino Lonny Ziblat. O nome não parece inocente. uma homenagem aos incríveis Gentle Giant, grandes instrumentistas, e Ziblat é um estupendo guitarrista. Curiosamente, não consigo encontrar a gravação original.

sábado, 30 de maio de 2015

#218 - AWOL, Jethro Tull

Os Jethro Tull, aqui uma sombra do que foram. Bons momentos de flauta (Ian Anderson) e guitarra (Martin Barre) compensam, porém. Vi-os no Pavilhão Atlântico nesta altura.


domingo, 24 de maio de 2015

#217 - BRAINSTROM, Hawkwind

A cadência repetitiva das guitarras com o baixo a soltar-se antes que a voz reentre, a bateria a injectar adrenalina, os efeitos espaciais dos sopros de Nick Turner, o autor da música. Os tipos mais freaks da cena prog, como se vê pela amostra junta. Parece que Johnn Lydon gostava deles, e assim deve continuar.

sábado, 16 de maio de 2015

#216 - ELEGY FOR STRINGS (Elgar) - Barbirolli / Norrington

Um comovente in memoriam composto em 1909. Primeiro, Sir John Barbirolli e a New Philharmonia Orchestra, numa gravação de 1966; em baixo, Sir Roger Norrington dirige a Orquestra Sinfónica da Rádio de Estugarda, 2011.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Jukebox: "Being Boring"

em escuta: LITTLE EARTHQUAKES - #7 «China» (3/5)

#213 - BIG TIME suc cess, Peter Gabriel

Gabriel a fustigar os arrivistas e os desavergonhados, como é seu bom timbre, em música de grande exuberãncia rítimica (o baixo de Tony Levin, Stewart Copeland na bateria). Em baixo, o filme de animação, certamente do(s) mesmo(s) realizador(es) de Sledgehammer (não fui ver); mais abaixo, num concerto recente, em Londres.


sábado, 9 de maio de 2015

#212 - EXPERIENCE, Gentle Giant

Os Gentle Giant -- uma das minhas bandas de eleição -- foram muito bem sucedidos em enriquecer a linguagem progressiva do rock, não apenas com a introdução de sonoridades jazzísticas e da música contemporânea erudita, mas também de elementos sonoros da música antiga, como esta faixa do álbum In A Glass House (1973) eloquentemente comprova, num sedutor equilíbrio entre o artesanal mais puro da arte dos sons e os riffs mais desbragados, como o rock muito bem impõe. Eu podia ficar a noite toda a ouvi-los.
Em baixo, dois GG, Kerry Minnear e Gary Green que ouvimos na gravação de '73, com mais alguns músicos recriando esta Experience. Ouçam e vejam, e digam lá se não é Grande Música... 

#211 HAMMER IN THE SAND, Steve Hackett

Sejamos francos, isto é feito quando o rock progressivo atravessa a débâcle, desde 1977. Ouve-se, com uma certa nostalgia, nem sequer malsã, antes inconsequente, estéril e gratuita. Mas oiço, ainda assim; e gosto, nem sei bem porquê. 
De Defector (1980). Gosta-se mais em baixo, apesar de tudo. Ouve-se, ao longe, um vibrar de cordas conhecido de discos dos Genesis, na década anterior. Em Budapeste, 2004.


terça-feira, 5 de maio de 2015

#210 - DRAKE, Beth Gibbons & Rustin Man



Uma balada suave sobre o afastamento (Drake sai da corte de Isabel I, apetecia dizer...). Um som que me lembra uma Joni Mitchell acompanhada por Toots Thielemans.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

#209 ENIGMA VARIATIONS* (Elgar) - Monteux /Temirkanov


Outro dos meus compositores, Elgar, com estas formidáveis variações, de 1898-99. Peça de grande intensidade, emocionalmente bipolar, pequenos retratos musicais de amigos músicos, da sua mulher Caroline Alice Elgar (a "C.A.E." da variação primeira) e do próprio Elgar (o "E.D.U." da final, vibrante de decisão e emotividade). "To myfriends pictures within", assim reza a dedicatória.
O meu cd, à esquerda, Pierre Monteux com a Orquestra Sinfónica de Londes.
Em baixo, a direcção de Yuri Temirkanov com a Orquestra Filarmónica de São Petersburgo, maravilhosa de se ver.