Nem tudo é religião, em Bach, mas tudo pode ser divino -- inclusivamente as cantatas profanas, de que a bem humorada Cantata do Café é exemplo. Nesta ária, um pai preocupado assiste ao desvario com que a filha se deixa impregnar por esta excitante e viciante bebida, cada vez menos exótica no século XVIII.
A minha gravação é a de Helmuth Rilling com o Stuttgart Bach-Collegium, aqui com Christine Schafer. Em baixo, outra soprano: Robin Johannsen
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