domingo, 8 de maio de 2016

#281 - ALL OVER AGAIN, B. B. King

Blues castigado  do enorme B. B. King. Em baixo, já velhote, com citações para Summertime (Gershwin) e, pelo outro guitarrista, a Marcha Fúnebre, de Chopin. Que vigor!...

#280 - ADEUS QUE ME VOU EMBORA, Humanos

Música que encerra este projecto magnífico sobre a música póstuma de António Variações. Camané, Manuela Azevedo e David Fonseca foram escolhas acertadíssimas, e, apesar de ter havido muitas imitações desta ideia, nenhum outro projecto semelhante se lhe comparou. E isso deve-se, não apenas ao brilho das interpretações e ao génio melódico do malogrado Variações, mas, principalmente, parece-me, à enorme competência e brilho de Hélder Gonçalves, dos Clã, alma musical disto.

sábado, 30 de abril de 2016

#279 - BALLADE #2 (Liszt), Claudio Arrau

Composto por Liszt em 1853, após a leitura de Lenore, poema romântico (no sentido lúgubre, histórico e cultural) de Gottfried August  Bürger. Um Liszt a caminhar para a idade madura, já não o pianista e compositor de aparência mefistofélica e ainda não o místico deprimido. 
Ao piano, Claudio Arrau, grande pianista chileno, considerado um dos maiores intérpretes dos compositores românticos. Em  baixo, em 1983, em Nova Iorque, Arrau com oitenta anos.