Blues castigado do enorme B. B. King. Em baixo, já velhote, com citações para Summertime (Gershwin) e, pelo outro guitarrista, a Marcha Fúnebre, de Chopin. Que vigor!...
Um blogue de música para mim e quem o quiser apanhar, a girar desde 1 de Dezembro de 2012.
domingo, 8 de maio de 2016
#280 - ADEUS QUE ME VOU EMBORA, Humanos
Música que encerra este projecto magnífico sobre a música póstuma de António Variações. Camané, Manuela Azevedo e David Fonseca foram escolhas acertadíssimas, e, apesar de ter havido muitas imitações desta ideia, nenhum outro projecto semelhante se lhe comparou. E isso deve-se, não apenas ao brilho das interpretações e ao génio melódico do malogrado Variações, mas, principalmente, parece-me, à enorme competência e brilho de Hélder Gonçalves, dos Clã, alma musical disto.
sábado, 7 de maio de 2016
sexta-feira, 6 de maio de 2016
quinta-feira, 5 de maio de 2016
quarta-feira, 4 de maio de 2016
terça-feira, 3 de maio de 2016
segunda-feira, 2 de maio de 2016
sábado, 30 de abril de 2016
#279 - BALLADE #2 (Liszt), Claudio Arrau
Composto por Liszt em 1853, após a leitura de Lenore, poema romântico (no sentido lúgubre, histórico e cultural) de Gottfried August Bürger. Um Liszt a caminhar para a idade madura, já não o pianista e compositor de aparência mefistofélica e ainda não o místico deprimido.
Ao piano, Claudio Arrau, grande pianista chileno, considerado um dos maiores intérpretes dos compositores românticos. Em baixo, em 1983, em Nova Iorque, Arrau com oitenta anos.
sexta-feira, 29 de abril de 2016
quinta-feira, 28 de abril de 2016
quarta-feira, 27 de abril de 2016
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