domingo, 27 de setembro de 2015

Jukebox: «There's Nothin' Goin' On»


#238 - BEBOP, Dizzy Gillespie

Pai, co-pai, do bebop, o melhor do melhor jazz, nos anos 40, ouvimos o frenesim único de Dizzy, em trompete, com Sonny Stitt e Stan Getz nos saxes, alto e tenor, repectivamente. Desta gravação para a de baixo foram 28 anos. Além de Dizzy Gillespie, apenas outro repetente, Ray Brown, no contrabaixo.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

#236 FEUERWERKSMUSIK (Haendel), Szell / Niquet

Haendel fora mestre-de-capela do príncipe Jorge do Hannover, até, certo dia, ter resolvido cavar para Inglaterra sem dar cavaco ao protector -- ou, melhor escrevendo, patrão. Qual não foi o terror do glorioso saxão quando soube que, por vacatura do trono, o príncipe viria a ser o futuro Jorge I de Inglaterra. Conta a lenda que o soberano ficou tão impressionado com a magnificência desta Música para os Reais Fogos de Artifício, que lhe perdoou. Se non è vero...
Primeiro, o meu disco, George Szell com a Sinfónica de Londres, numa versão não sei por que raio abreviada; em baixo, nos Proms de 2012, a versão integral espectacular Hervé Niquet e Le Concert Spirituel, com instrumentos de época.

Jukebox: «Shake»


em escuta: ENCANTAMENTO: #2 «Sem Limite» (3/5)


sábado, 5 de setembro de 2015

#230 - CON ALMA, Dizzy Gillespie & Sonny Stitt

Dizzy Gillespie não foi só um dos pais do be bop, mas também aquele que trouxe ao jazz os ritmos caribenhos. Esta faixa, com Sonny Stitt no sax tenor, é um excelente exemplo.dessa junção.
Em baixo, um número de Dizzy em Berna, 1985, com James Moody (sax tenor), Gene Harris (piano), Ray Brown (contrabaixo, espectacular swing) e Grady Tate (bateria).